São Paulo, segunda-feira, 11 de janeiro de 2010    12:40:55

                   Monday, January 11, 2010   12:40:55 PM

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Boletim – Janeiro/2010 – ANO V

Newsletter – January/2010 – year V

There is a version in English after the Portuguese version.

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Sérgio Freitas

 

         

         Até quando abusarão da nossa apatia?

 

        O ano começou de forma muito triste. Deslizamentos, inundações, perdas materiais, perdas de vidas, perda da esperança de um dia termos um país sério. Muito diferente da capa do “Economist”, o que assistimos no início do ano foi a total falta de administração pública de um Brasil ainda subdesenvolvido.

 

        Podem reparar: A causa de todas essas tragédias, muito antes da ação da natureza, é a falta de caráter, a desonestidade, a falta de ética. A podridão na nossa administração pública, cujo símbolo maior é a impunidade de Sarney, continuará a produzir seus efeitos em todas as atividades e empreendimentos no país. Que os brasileiros entendam que sem honestidade e ética não há esperança de um Brasil melhor, e tomem uma atitude. Propaganda não trará as vidas e os bens de volta, tão pouco transformará o país em “potência”, a não ser uma potência da corrupção.

 

        Não há como prosseguirmos rumo a um melhor futuro, sem resolvermos a pendência ética, sem punirmos o desrespeito à nação sintetizado por aquele que está sentado no trono do Senado federal. Não adianta nos iludirmos. Somente o início de uma nova Era na política brasileira poderá resolver nossas pendências, de séculos, e abrir oportunidades para um novo país, uma nova forma de ser brasileiro. O ponto de partida obrigatório é Sarney, o resto virá como consequência.

 

        No final de 2009, o governo lula fez mais uma jogada no sentido de consolidar seu poder imperial. Do alto de sua arrogância. Alimentado por pesquisas de popularidade. Pela total apatia da sociedade, diante das inúmeras ações ilegais e antidemocráticas praticadas, no caso do mensalão, crise no Senado, CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobrás, dentre outras. E, ainda embalado pelo mensalão do Democratas, protagonizado  pelo governador Arruda. Alguns dizem que sem ler, o que não me surpreenderia, Lula assinou o decreto criando a terceira edição do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNBH). Um nome pomposo que no seu bojo esconde intenções malévolas e preocupantes. Vi muita gente preocupada, em definir ideologicamente o documento, em encontrar ilações e relações jurídicas. Mas, ele não passa de um apanhado de ideias, de elucubrações alucinadas, urdidas em vários encontros do PT (Partido dos Trabalhadores) e entidades relacionadas, que querem criar uma nova ordem no país. É um plano bandido de consolidação de poder. Ataca frontalmente a propriedade privada, a liberdade de imprensa e a dignidade das Forças Armadas, além de tornar, o Judiciário, algo prescindível, em importantes questões. Questões relacionadas à homossexualidade e aborto também foram contempladas para desgosto da Igreja católica.

 

        Não nos enganemos. Direitos humanos são os que menos contam. O que o governo Lula deseja é legalizar invasões de terras, afastando o judiciário da questão e adulando o criminoso MST (Movimento Sem Terra). Por outro lado, como sabe que não poderá continuar a subornar indefinidamente a imprensa, pois o caixa fica mais apertado a cada dia, pretende controlar a linha editorial das empresas jornalísticas, com ameaça de punições e até cassação de concessões, tudo ao critério do governo. Temos que lutar contra isso. Mas, não podemos deixar de dizer que é “bem feito”, para essa grande imprensa, que esqueceu que seu maior compromisso é para com a verdade e o povo, não com projetos desse ou daquele governo. Foram dar corda, olhem aí o mostro que criaram. A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), que divulgou nota (10/01) apoiando o plano, que ponha suas barbas de molho, pois as baterias do governo Lula em breve serão voltadas para ela.

 

         O governo Lula sabe que atualmente as Forças Armadas são o único poder capaz de equilibrar o seu poder imperial. É a única força com poder para impedir que transformem o Brasil em uma Venezuela melhor servida de energia elétrica. O caso dos caças já caiu no ridículo. Depois de estudos os especialistas da aeronáutica colocaram o produto francês em terceiro lugar. Que bom que vazou. Mas no Brasil, que mais parece “Banânia”, principalmente se levarmos em conta a fibra de seu povo, as coisas são resolvidas pelo presidente. Não é a Corte suprema que decide sobre extradição de criminosos, é “El presidente”. Não é o Senado que decide sobre seus assuntos, é “El presidente”. Não são especialistas e militares que decidem sobre compra de armamento estratégico, é “El presidente”. E agora, será “El presidente” que vai decidir o que são direitos humanos e quem e como os violam, ou violaram.

 

        Ouvi na imprensa, que o “planalto” vai enquadrar à aeronáutica. Não sei se vai, mas a tentativa de criar uma “Comissão da verdade” é um deboche. A lei da anistia perdoou a todos, inclusive os torturadores e assassinos de ambos os lados. Por que remexer feridas cicatrizadas, agora? Não é sem razão. É uma clara ameaça aos militares, para que não “saiam da linha”. Por outro lado, essa “Comissão da Verdade” deveria começar por trazer à tona toda a verdade sobre o mensalão, Fundação Sarney, Pré-sal, Petrobras, caso Celso Daniel, para não encher laudas, com os escândalos da Era Lula.

 

        À Medida que o tal plano for lido e relido com mais calma, outras abominações poderão aparecer, é só esperarmos.

 

        Toda essa situação deve servir para meditarmos sobre o que acontece no nosso país. Pode um governante que tem altos índices de popularidade fazer tudo? Será perdoado de todos os erros? A alta aprovação de um governo, baseada em pesquisas que, sem dúvida, podemos questionar, é autorização automática para que esse governo faça o que lhe der na telha?

 

        E os que são contra? Por que não enfrentam Lula? Por que não puxam a sua orelha? Têm medo de quê? Têm medo de que Lula convoque as massas? Francamente! Ao primeiro tiro...

 

No âmbito internacional...

 

        Paira uma dúvida no ar. O que Lula conversou e combinou com Ahmadinejad? A atuação do Brasil como mediador seria muito positiva, mas parece que esse assunto não foi exatamente o centro da conversa. A julgar pelo comportamento do governo Lula, em sua política externa, é preocupante. Não se pode confundir mediação, com acobertamento de atitudes autoritárias e desumanas. Não estou com um bom pressentimento quanto a esse relacionamento.

 

        Na Venezuela, a casa caiu. Depois de “sugerir” ao povo que tome banho de 3 minutos e use lanterna para ir ao banheiro, o governo Chávez enfrenta uma desvalorização da moeda e conta com o exército, para evitar aumento de preços. Chávez simplesmente perdeu o juízo, se algum dia teve.

 

        Na Argentina, o governo Kirchner, enfrenta um vexame. Além de não ter dinheiro para saldar as dívidas do governo, ainda teve que engolir o retorno, por via judicial, do presidente do Banco central argentino. Numa sequencia parecida com o seu amigo Lula, Cristina Kichner tenta calar a imprensa e passar por cima das leis e do bom senso. A situação ainda vai ficar mais quente por lá, podem apostar.

 

        Dia 27 de janeiro é aguardada a posse do novo presidente de Honduras, Porfirio Lobo. Tomara que isto ponha fim à crise, aumentada pela lambança da política externa do governo Lula, e Honduras retome uma vida normal. Confesso que estou um tanto preocupado. Tenho visto amigos hondurenhos, no twitter, afirmarem que preferem Micheletti a Lobo. Que, com o primeiro, Honduras esteve bem e com “liberdade”, já com o segundo, não têm certeza. Oxalá sejam apenas apreensões injustificadas.  

 

        Barak Obama continua a sua luta para aprovar o plano de saúde universal. Assisti aos debates, tanto para a escolha do candidato democrata quanto para a presidência dos Estados Unidos. Em todos eles Obama sempre deixou claro que tentaria implantar um plano de saúde para todos, portanto, não há surpresa e ninguém pode falar que ele não avisou. Na verdade, esse plano, embora contrarie o espírito capitalista americano, não representa um problema real, a não ser para os cofres públicos. O grande problema, e isso Obama não disse que faria, nos debates, é a injeção dos trilhões de Dólares públicos na iniciativa privada para salvar Bancos e empresas. Obama herdou a crise de Bush e, até agora, não apresentou a sua visão e solução, para a questão. As soluções aplicadas seguem a receita Bush, como está explicitado na confirmação de Bernanke como presidente do Banco central americano. Na economia, sob certo aspecto, continuamos ainda na administração Bush. Por outro lado, a situação do Oriente médio, Iraque e Afeganistão não apresentam qualquer sinal de melhora, não obstante os esforços do governo Obama.

 

        Aliás, é importante salientar que, não obstante a situação política e econômica nos EUA continuar preocupante, Obama tem se mostrado um homem digno, modesto e sério. Minha admiração pela sua pessoa e por sua família só cresce. Bem diferente do seu colega brasileiro, o “Mega ego”, foi muito importante a atitude da Casa Branca em mandar retirar os anúncios de roupas com a figura do presidente e da primeira dama, que estavam sendo veiculados. Os Obama notoriamente têm muito bom gosto ao se vestirem, mas, essa atitude é que foi verdadeiramente elegante. Veja se aprende Lula.

 

 

        Por fim: A reunião sobre o clima em Copenhagen foi, antes de um fracasso, um erro gritante. Temos que considerar o psicológico das pessoas. Tratar de aquecimento global, em um rigoroso inverno dinamarquês, é o mesmo que tratar da era glacial em pleno verão no Rio de janeiro. Ninguém leva a sério.

 

        Piadas aparte, discutiram, brigaram, alguns poucos decidiram e só não combinaram com o planeta, como se a natureza fosse seguir planos e decisões humanas.

 

        Alguns ainda insistem, que é tudo exagero e que não devemos fazer nada, se deleitando com o rigoroso inverno que o hemisfério norte enfrenta nesta temporada. Só que ninguém assina um documento comprometendo-se a nos dar outra biosfera, caso essa entre em colapso.

 

        Essa questão do aquecimento global está mal entendida. A temperatura média do planeta está subindo. Isto não significa que não teremos mais invernos e que todo mundo vai morrer de calor. Significa que mudanças bruscas no comportamento das condições atmosféricas vão ocorrer. Teremos derretimento dos pólos, mas poderemos ter, também, invernos e verões muito mais severos. As tormentas poderão se tornar mais violentas e maiores, o que afetará a agricultura e o abastecimento de água potável. Portanto, é preciso levar a sério a questão, e como ninguém pode afirmar nada, com absoluta certeza, é preferível agirmos, pois o custo da negligência poderá ser impagável.  

 

 

Voltando para casa...

 

 

        Essa conversa de parceria estratégica com a França é tolice. Os franceses nunca nos levaram a sério. Sempre nos olharam de cima. A questão é mais entre Sarkozy e Lula, por grana.

 

        Por questões de afinidade, camaradagem, proximidade, complementaridade, e política de união das Américas, nossa parceria estratégica deveria ser com os Estados Unidos. Ou, então, com os dois, por que não? A secretária Hillary Clinton deveria se aproximar mais.

 

 

 

Fiz uma pausa em novembro e dezembro do ano passado. Ninguém é de ferro. Estou em fase de recuperação do ritmo.

 

 

English Version:

This translation is an effort to disseminate the ideas contained in the texts. Errors may exist. Please, forgive.

 

 

How long will they abuse of our apathy?

 

The year began very sad. We had landslides, floods, loss, loss of life, loss of hope of one day having a serious country. Very different from the cover of the Economist, we saw in the beginning of the year the total lack of government administration in a Brazil that still underdeveloped.

 

You can fix, the cause of all these tragedies, long before the action of nature, is the lack of character, dishonesty, lack of ethics. The rot in our government, whose symbol is the Sarney’s impunity, will continue to produce its effects in all activities and developments in the country. Brazilians need to understand that without honesty and ethics we have no hope of a better Brazil, and take action. Propaganda will not bring the lives and property back and will not turn the country into "a power", unless a power of corruption.

 

There is no way we proceed towards a better future, without solving the pending ethics and not punishing the disrespect to nation synthesized by the one who sits on the throne of the federal Senate. There's no point in deceiving. Only the beginning of a new era in Brazilian politics can resolve our disputes, of centuries, and open opportunities for a new country, a new way of being Brazilian. Sarney is the required starting point. The rest will follow.

 

At the end of 2009, the Lula government made another move to consolidate its imperial power. From the height of his arrogance. Powered by popularity polls. For the total apathy of society, given the numerous illegal and undemocratic actions committed in the case of mensalão, crisis in the Senate, CPI (Parliamentary Commission of Inquiry) of Petrobras, among others. Yet propelled by the Democrats’ mensalão, played by Governor Arruda. Some say that without reading, which does not surprise me, Lula signed a decree creating the third edition of the National Plan for Human Rights (PNBH). It is a fancy name to hide its malicious intent. I saw many people concerned, in defining the document ideology, to find lessons and legal relations. But it is only an overview of ideas; ruminations hallucinated, woven in several meetings of the PT (Workers Party) and its related entities intending to create a new order in the country. It is a Bandit plan to consolidate power. It attacks the privately owned, press freedom and dignity of the armed forces, as well as making the judiciary, something expendable, in important issues. Issues related to homosexuality and abortion were also addressed to the chagrin of the Catholic Church.

 

Make no mistake. Human rights are the least count. What the Lula administration wants is to legalize land invasions, removing the legal question and flattering the criminal MST (Landless Movement). On the other hand, as they know that can not continue indefinitely to bribe the press, because the budget gets tighter every day, they want to control the editorial line of media companies, with the threat of punishment and to forfeiture of licenses, all at the discretion of the government. We have to fight it. But we can say it is "well done" to the mainstream press that has forgotten its greatest commitment is to the truth and the people, not projects of this or that government. They wind up. Now, look around the monster created. The Brazilian attorney Order, which issued a statement (10/01) supporting the plan, should take care as the batteries of the Lula government will soon be facing it.

 

The Lula government knows that now the military is the only power capable of balancing its imperial power. It is the only force with the power to prevent the transformation of Brazil into a better served by electricity Venezuela. The case of the war aircrafts fell into ridicule. After studies, aeronautics experts put the French product in third place. I am glad that the information leaked. But in Brazil, which is more like "Banana republic", especially if we consider the fiber of its people, the president resolves things. Is not the Supreme Court that decides on extradition of criminals, is "El presidente". Not the Senate to decide on their subjects, is "El presidente". There are not experts and military who decide on the purchase of strategic weapons, is "El presidente". Now, will be "El President" who will decide what human rights are and who and how violate it, or violated.

 

I heard in the press that the "Planalto palace" would hold the air force. I do not know if it will, but the attempt to create a "Commission of Truth" is a mockery. The law of amnesty pardoned everyone, including the torturers and killers on both sides. Why stir wounds healed, now? It is not without reason. It is a clear threat to the military, not to "get out of line." Moreover, this "truth commission" should start to bring out the truth about the mensalão, Sarney Foundation, Pre-salt, Petrobras, Celso Daniel’s case, not to fill pages with the Lula’s era scandals.

 

As this plan be read and reread with calmer other abominations will appear, just wait.

 

This whole situation should be used to meditate on what happens in our country. Can a leader who has high poll numbers do everything? Will he be forgiven for all mistakes? The high approval of a government, based on research, no doubt we may contest, is the automatic license for this government to do everything it wants?

 

Let’s us think about those who are against? Why they do not face Lula? Why they do not pull his ear? What are they afraid? Are they afraid that Lula convenes the masses? Really? At the first shot...

 

Internationally...

 

One question hangs in the air. What Lula spoke and agreed with Ahmadinejad? Brazil's role as mediator would be very positive. But it seems that this matter was not exactly the center of conversation. Judging by the behavior of the Lula government in foreign policy is worrying. We cannot confuse mediation with cover-up of authoritarian and inhumane. I'm not having a good feeling about this relationship.

 

In Venezuela, the mask fell. After "suggest" to the people who bathe in 3 minutes and use flashlight to go to the bathroom, the Chavez government faces a devaluation and order to the army to avoid price increases. Chavez simply lost his mind, if he ever had.

 

In Argentina, the Kirchner administration faced an embarrassment. Besides not having money to pay off the debts of the government, still had to swallow the return, through the judiciary, of the central bank president. In a sequence like her friend Lula, Cristina Kichner tries to silence the press and go over the laws and common sense. The situation will get hotter over there, you bet.

 

On January 27, we are awaiting the inauguration of Honduran President Porfirio Lobo. We Hope this puts an end to the crisis, increased by the mess of foreign policy of the Lula government, and Honduras resume a normal life. I confess that I am somewhat worried. I have seen Hondurans friends, on Twitter, saying they would prefer Micheletti to Lobo. That, with the first, Honduras was well and "freedom", as with the second, not sure. I hope that be just unjustified concerns.

 

Barack Obama continues his fight to pass the plan for universal health care. I watched the debates, for the choice of the Democratic candidate and for president of the United States. In all Obama always made it clear, he would try to implement a health plan for everyone, so there is no surprise and no one can say that he not warned. In fact, this plan, although contrary to the spirit of American capitalism, is not a real problem, except to the public coffers. The big problem and that Obama did not say in the debates, is the injection of trillions of public dollars in private initiative to save banks and businesses. Obama has inherited this crisis of Bush and so far not presented his vision and solution to the issue. The solutions implemented are following the Bush recipe, as is explicit in the Bernanke's confirmation as president of the Federal Reserve. In the economy, in a sense, we are still in the Bush administration. On the other hand, the situation in the Middle East, Iraq and Afghanistan show no signs of improvement, despite the efforts of Obama.

 

Moreover, it is important to note that despite the political and economic situation in the U.S. continue worrying, Obama has been a worthy man, modest and serious. My admiration for him and his family only grows. Far from his Brazilian counterpart, the "Mega ego", it was very important the attitude of the White House removing ads for clothes with a picture of the president and first lady that was running. The Obama notoriously have very good taste in dress, but this attitude was truly elegant. Try to learn Lula.

 

 

Finally, the meeting on climate change in Copenhagen was before a failure a glaring error. We have to consider the psychological state of people. Dealing with global warming in a harsh winter in Danish, is the same as dealing with the ice age in the summer in Rio de Janeiro. No one takes seriously.

 

Jokes aside, argued, fought, and a few decided forgetting to combine with the planet, as if nature were to follow plans and human decisions.

 

Some still insist that it's all hype and that we should not do anything, so enjoying the cold winter that the northern hemisphere is facing this season. But nobody signed a document pledging to give us another biosphere if it collapses.

 

The issue of global warming is poorly understood. It means the temperature average is rising. This does not mean we will not have winter and that everyone will die of heat. It means that sudden changes in the behavior of the weather conditions will occur. We melt the poles, but we also have winters and summers much more severe. The storms could become more violent and bigger, which will affect agriculture and drinking water. Therefore, we must take seriously the issue, and as nobody can say anything with absolute certainty, it is preferable to act, because the cost of neglect can be priceless.

 

 

Returning home...

 

 

This talk of strategic partnership with France is nonsense. The French never took us seriously. They always looked at us from above. The issue is between Lula and Sarkozy, for money.

 

For reasons of affinity, friendship, closeness, complementarities and political union of the Americas, our strategic partnership should be with the United States or with the two. Why not? Secretary Hillary Clinton should get closer.

 

 

 

I paused in November and December last year. No one is iron made. I'm in recovery phase of the rhythm.

 

           

Fontes utilizadas Sources used: UOL -– Estado de São Paulo – Folha de São Paulo  - Correio Brasiliense - VEJA.com - G1 Portal - O Globo – The New York Times  – Washington Post – economist.com – El Heraldo (Honduras) - Wikipedia

 

   Sérgio Fernando de Freitas

(Administrator CRA SP 60.104)

(Administrador CRA SP 60.104)

 

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